DIÁRIO CINEMATOGRÁFICO

Tintomara (Suécia / Dinamarca, 1970, cor, drama). Direção: Hans Abramson. Produção Athena Film / Sam Lomberg. Roteiro: Hans Abramson, a partir da novela de Drottningens juvelsmycke, de Carl Jonas Love Almquist. Fotografia: Mikael Salomon. Edição: Anders Refn. Figurino: Evy Mark. Música: Ulf Björlin. Com Pia Gronning (Tintomara), Britt Ekland (Adolfine), Eva Dahlbeck (Baronesa). Monica Ekman (Amanda), Torben Hundal (Ankarström), Jørgen Kiil (Tio), Bill Öhrström (Clas-Henrik), Hardy Rafn (Padre), Bruno Wintzell (Ferdinand).

Estou contente: decifrei um enigma. Há décadas assisti a um filme na TV que muito me impressionou. Tinha uma fotografia deslumbrante, uma atmosfera de pesadelo, e contava uma história espantosa: uma jovem foragida refugiava-se numa aldeia disfarçada de homem. A garota ganhava, como rapaz, uma beleza exótica e andrógina, que atraía mulheres e rapazes, que a perseguiam com um desejo crescente. Do meio para o fim, quando a garota era descoberta e presa, o drama perdia sua ambiguidade…

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